segunda-feira, 29 de agosto de 2011

MEU DEUS , PERDI A DIREÇAO
TEM HORAS QUE BATE UMA TRISTEZA ENORME
NEM SEI O QUE FAZER ...
O QUE PENSAR...
NEM SEI O QUE DIZER E NEM PARA ONDE IR.
POR QUE FOI DESSA MANEIRA ?
POR QUE TUDO TEVE QUE SEGUIR ESSE CAMINHO?
DEUS... SEI QUE TU ME ESCUTAS
ME ENTENDES ...
DEIXEM AS PALAVRAS
SUMAM AS LAMENTAÇOES E MURMURIOS ...
ESTOU CANSADO, PRECISO DESCANSAR
MAE PRECISO DE TI
(CHORO)

domingo, 10 de julho de 2011

CHUVA DE BALA NO PAÍS DE MOSSORO – 2011
FRANCISCO ERISMAR DA CUNHA
TEXTO DE RELATO PESSOAL
CORDEL DE VERSOS E RIMAS LIVRES

“O ruim é que todo começo tem fim. O bom é fazer valer, viver. O melhor é estar aqui com você.”
Essa máxima era repetida todas as noites antes de entrar em cena.
Lembro-me de tudo. Em todos os detalhes, mas nessas poucas linhas quero deixar registradas algumas passagens importantes que ocorreram comigo no maior espetáculo da cidade “Chuva de Bala no País de Mossoró – 2011.
Lembro bem quando estava numa lanchonete e minha amiga-irmã (Schumara) liga me perguntando se poderia passar meu número para o maravilhoso e talentoso diretor de teatro João Marcelino e eu logo respondi que sim. Ele gentilmente disse que gostaria de falar comigo e eu fui correndo vê-lo . Ao me encontrar com ele o papo foi rápido e bem objetivo, perguntou se eu teria interesse e disponibilidade para participar do chuva de bala. Ora, eu que sempre fui fã, jamais diria que não (risos).
Foi ai então que começou tudo, sempre irei agradecer ao Diocecena que me oportunizou mostrar um pouco do meu talento. Mas foi numa manhã qualquer ao chegar do trabalho recebi o big fone – o comunicado oficial que eu estaria no chuva de bala. Nossa! Quase pirei na hora. E aguardei ansiosamente o dia do primeiro ensaio.
Ao chegar lá não me senti um peixe fora da água, muito pelo contrário, fiquei conhecendo muita gente bacana e logo fiz parte da turma, e veio então a grande revelação, que papel eu iria representar.
Quando João falou que eu iria contra-cenar com duas feras ( Leonardo Wagner e Romero Oliveira) seríamos os 3 Antonios – Tonho Totonho e Toinho- ali meu mundo virou um grande palco de idéias e de um pouco de medo também, era responsabilidade demais, mas sempre tive a idéia que eu iria conseguir. No começo fiquei meio triste, preocupado sei lá, as coisas não estavam dando certo, as cenas não fluíam e eu ficava angustiado , também não conhecia o palco do chuva, como seria gravar vozes , marcar palco, ver figurino... E muito mais.,
Mas com uma equipe fantástica de aderecistas , costureiras, figurinista, em especial a Marcos Leonardo e Arilda que para mim eram representação completa de que eu iria dar um show- produção em geral, todos que de uma forma ou de outra participaram de meu sonho virar realidade.
Tenho muita coisa pra dizer, muito o que lembrar mas quero ser breve nas palavras escritas pois as que saem de minha boca agora no momento que escrevo, são muito rápidas e meus dedos não acompanham tal raciocínio.
E também não quero ser injusto em falar de algumas pessoas e outras não, portanto quero com um humilde texto deixar meu grande afeto a todos que de uma forma impar me fizeram brilhar no palco. E como era eu- Totonho -vendedor mambembe de cordel, deixo nesse pequeno cordel uma homenagem a cada um que por ironia do destino ou por obra divina dividiram comigo de um jeito ou de outro esse marco em minha existência .
Ah, e dessa vez não esquecerei de ninguém, tenha certeza. ( folder)

Nada poderia ter começo
Se não fosse um homem inteligente
Que com suas sábias palavras
Contou nossa historia veemente
Numa espécie de magia
E hoje se faz contente
O nome dele é Tarcisio Gurgel
Autor do texto irreverente
Que conta historia de como
Lampião correu da gente

O conheci e não peço segredo
É um ser humano valente
Com seus belos cabelos brancos
Um semblante sorridente
Me agradeceu, e isso me orgulha
De ter participado somente
Da sua bela historia contada
Pro ouvido de muita gente
Hoje digo sem cerimônia
Pois conversei com ele de modo pessoalmente.

Sempre uma grandiosa orquestra
Para ser bem afinada
Precisa de um grande maestro
Que pra quem não sabe de nada, ele não faz nada
Balança batuta e só se meche
É sempre de boca fechada
Mas os músicos só brilham no palco
Se ele estiver na entrada
Na entrada da magia, do imaginário
Do teatro do castelo ao da calçada.

Nosso grande maestro Vos digo
Tem nome forte em desatino
Não nas letras ou significado
Mas tem brilho de menino
Porem ele é adulto no inimaginável
E tem semblante repentino
Com 4 letras digo João
O grande João Marcelino
A quem agradeço o convite
Por ter sido um de seus pequeninos.

Também não posso esquecer
Daquele que os ouvidos aliviou
Do povo com boa musica
E com as trilhas sonoras nos encantou
Seu nome Danilo Guanais
Pra festa mudar logo de cor
De trilhas por sempre estar bem nas trilhas
Mossoró se emocionou
Pois a chuva não era de balas
Eram de sons de flautas de amor

Agradeço também as autoridades
Que cumpriram bem a missão
De levar arte aos povos
Do menestrel ao homem do sertão
A prefeita Fátima Rosado
A vice Ruth Ciarline, e então
Ao professor Francisco Carlos
E a Clezia Barreto, em gestão
Pois a cultura de Mossoró
É conhecida no mundo, nas rádios e televisão.

Agora vamos falar
De quem tava bem perto, de dentro
Para coreografar Hycaroo Mendonça
Simplicidade com seu talento,
E no desenho das luzes que brilham
Junior Felix sem grande aumento
Com arranjos bem arranjados
Marco França eu argumento
Se for falar de todos da equipe
Confesso tem que ter tempo.


Os cenários são de João Marcelino
Detalhes que o povo atenta
Na árvore que abre e fecha
E também na carrocinha cinzenta
O figurino nem se fala
Ou melhor, é só o que o povo comenta
Nas mãos de fada, de anjo e tear sagrado
Marcos Leonardo ele não só reina ele arrebenta
Se o mundo inteiro quiser vestir bem
Seria ele estilista da vida de quem não se sustenta


O rosto de transformava
Quando ele fazia, ousava pintar
Romário é nosso personal hair e make up
Com maquiagem espetacular
No engenheiro de som
Eduardo Pinheiro a brilhar
Wilberte Amaral em suas imagens
Era mesmo de arrazar
De Gilca ninguém consegue esquecer
Do que precisasse ela estava lá

E pra finalizar essa equipe
A coordenação geral de Clézia Barreto que é rocha
Aos estúdios que nos auxiliaram
Com seus microfones, abriram as portas
Ao Megafone Stúdio
E ao Sonora music digo-lhes agora
Obrigado por ter nos assistido
Sem orgulho e sem demoras
O chuva de bala 2011
Esse já entrou pras grandes histórias


Agora tenho muito pra falar
Do prefeito Aécio Candido
Que veio nos alegrar
Com sua sabedoria e destreza
Com ele pra acompanhar
Jeyson Leonardo o Lampião
Cabra macho pra danar
Com Cícero de coronel Antonio Gurgel
Esse trio é de arrazar
Renilson como padre Mota
E Fabio Torres como tenente Laurentino formando um par
De cabras valentes e resistentes
Que não tem em outro lugar.

Falar de jararaca
É coisa meio danada
Danilo de Souza deu show a parte
De cabra de cara abusada
Ligia mulher valente e forte
Foi colchete sem ter piada
Higor Fortunato como Sabino Gomes
Massilon era Damásio da costa, bom de estrada
Essa feita por gatinho
Madson Ney meu camarada.


As viúvas de todos os tempos
E sem duvidas com brilho e esplendor
Tony Silva com seu talento
Luciana Duarte com seu fervor
A maluca Jakelina Martinelli
Trio de grande valor
Dessas não posso esquecer
Pois bem sei qual o sabor
Dividi camarim com elas
Foi esplendido, sem amargor
Em cada gesto um sorriso
Em cada palavra de amor.

Aos resistentes
Gustavo Senna e Heverton Cândido
Hycaroo Mendonça e Josivan Leôncio
Leandro Neves e leonardo Saldanha
Marcelo Raposo e Madson Ney
Marcos Santos, Mikael Couto e Roney Andrade
Stelison Jaime e Willamy Carlos
A nossa bravura vos agradece
Vocês não estivem apenas presentes
A vocês o publico agradece
Seja no baile ou na batalha
É orgulho pra quem não esquece
Ser resistente do povo de Mossoró
Parabéns o publico vos reconhece.

Aos cangaceiros cabras valentes
Américo Oliveira e Douglas Rafael
Edson Saraiva e Elzimario Macário
Everton Dantas e George Wagner
Gledson Lopes e Luciano Almeida
Maycon Fernandes e Paulo Lima
Sandbergson Bruno, Tiago Bento e Sadraque Tavares
O nosso muito obrigado também
Que mostraram pra nossa gente
O valor que a gente tem
Não só porque recuaram mas porque viram a bravura
Que nosso lema contém
Sempre resistir à luta sempre o mal corre do bem
Mossoró terra valente, mais que nós não tem ninguém.

E pras mulheres que muito nos alegram
Adriana Castro e Ana Clara Amaral
Bárbara Filgueira e Danielle Araújo
Débora Carioca e Flavia Maiara
Jéssica Danielle e Karla Nayanne
Layana Castro e Letícia Neo
Mônica Danuta e Neuma Almeida
Renata Soraya e Riane Soares
Roberta Schumara e Rosy Fernandes
Samantha Couto e Tamisa Vieira

O nosso obrigado de coração
Que a todas com sua beleza
Mostraram raça e união
Não correram da batalha
E não entregaram fácil não
Lutaram por seus maridos e filhos
Contra o bando de Lampião
E sempre deixando o ódio de lado
Pra resolver com o coração.

Também não posso esquecer
O meu público menor
Que de alegria tem de sobra
Não se faz fraco pro maior
As criancinhas do PET ( Auto de São Manoel)
Que o nome não se de cor
Mas mostraram pra toda gente
Que criança de Mossoró
Estuda , brinca e atua
E não dá ponto sem nó

Não posso também esquecer
Aqueles que fizeram o filme espetacular
João Marcelino na direção e Denílson Tavares
Cinegrafista sem par
Junto com Ronildo Medeiros
Nas belas imagens de arrazar
Com a trilha sonora de Marco França
E Ronildo de novo para operar
A grua, junto a Júnior Brecha e Emanuel Castro
Os produtores de forma bem singular.

Na assistência das câmeras
Antonio Henrique e Giovane Maia estão
Juntos a Júlio César
Na edição e finalização
Jerfferson Emanuel como operador de áudio
E o canal 2 de produção
Trazendo pro palco em forma viva
O cenário do sertão
Com o filme que representa
Uma “estrepolia” do cangaceiro Lampião.

E aqueles que ficam nos bastidores
Que é o povo da produção
Arilda Filgueira, Floriza Azevedo e Riomar Mendes
Não pode faltar sem razão
Gastando e gastando o que é preciso
Nas compras com um bom tustão
Trazendo o necessário
Pro trabalho do povo em ação
Com compras e compras e compras
Pro povo do barracão.
Ser amigo e ser beleza então
O nome dele é jorge ou Dododgy
Que sempre no chuva me viu como irmão


Mas sei também de um povo
Que é contra mas preste atenção
Não são do contra porque são maus
São os contra-regras de plantão
Julio Ricardo e Ruan Jefferson
Digo com precisão
César santos e Thiago Medeiros
Nem sempre de prontidão (risos)
Levando bronca de Gilca
Mas tratava cada como irmão

No núcleo do ateliê
Antonia Gomes e Flavia de lima
As camareiras Arilda e Fátima Alves
A dupla que bem se combina
Edgley Feitosa e willamy Carlos
Aderecistas que arte ensina
Ela também faz parte e é Casaforte
A grandiosa Regina
Com Inês Pereira modelista
A turma ainda não se termina


Fátima Oliveira e Marlidia Izidório
Quem costura com linha e agulha na mão
Também Maria Ioneide Soares
Costureiras de plantão
Josenildo Rocha e Alberto mendes
Ferreiros de talento em ação
Valdeilton Ferreira eletricista e César Santos motorista
Não posso esquecer de ninguém não
Kelly Tandrianny, Roberto Germano e Jackson Alves
Da cidadela a organização.

Bom gente, eu já falei demais
Acho que não esqueci de ninguém em particular
Termino falando em três cabras
Que em meu coração vou guardar
O chuva de bala 2011
Na história de Mossoró ficará
No brilho no começo e na beleza do fim
Antonios sem par em par
Romero Oliveira e Leonardo Wagner
Quem agradece é Erismar

Esse que aqui vos fala
Com muita maestria e emoção
Participar desse espetáculo
Foi muito mais que sensação
Da alma do corpo e da mente
Acelerando o coração
Que hoje pulsa feliz
Por pura real agitação
Obrigado papai ( mamãe) do céu
Amém . Sua Bênção

domingo, 17 de abril de 2011

“Esses textos foram produzidos com carinho para duas pessoas especiais: meu amigo-irmão Leilsom e minha amiga- colega de trabalho e ex-aluna Valéria. Adoro vocês.

AULA DA SAUDADE
Saudades

“Ontem revendo coisas do passado, olhei para trás e percebi quantas coisas já conquistamos e quantas alegrias e dificuldades passamos. Nostalgia total. Pensei, então num texto que fiz para a aula da saudade. Quão sonhadores nós fomos, mas a gente é teimoso continua sonhando e lutando...”

Quando sentimos saudades de alguém que ficou conosco durante dias, nas horas de provas e também de brincadeiras, dizemos que temos saudades de colegas de sala.
Quando sentimos saudades de pessoas que nos ajudaram nas horas de colar nas provas ou até mesmo daquela boa desculpa dada ao professor para não fazermos a prova, dizemos que temos saudades de colegas camaradas.
Quando sentimos saudades de nós mesmos e encontramos no ombro alheio o consolo e abrigo para nossas lamentações ou até mesmo das nossas alegrias, dizemos que sentimos saudades dos amigos. Esses sim, tem papel cativo na nossa mente e lugar especial em nossos corações.
Sentir saudade é a maior prova que o que passou valeu a pena e que todo o ocorrido ficará marcado pra sempre na nossa memória, pois o nosso corpo diz que quer voltar, mesmo sabendo que agora estamos livres, livres das aulas, dos professores e das caronas para alguns e do cansaço para outros, mas também a nossa mente pede que fiquemos juntos e mesmo sem querer por muito dias e noites fomos um só.
Lembrando o que diz Pablo Neruda:
Saudade é solidão acompanhada,
é quando o amor ainda não foi embora,
mas o amado já...

Saudade é amar um passado que ainda não passou,
é recusar um presente que nos machuca,
é não ver o futuro que nos convida...

Saudade é sentir que existe o que não existe mais...

Saudade é o inferno dos que perderam,
é a dor dos que ficaram para trás,
é o gosto de morte na boca dos que continuam...

Só uma pessoa no mundo deseja sentir saudade:
aquela que nunca amou.

E esse é o maior dos sofrimentos:
não ter por quem (ou pelo que) sentir saudades,
passar pela vida e não viver.

O maior dos sofrimentos é nunca ter sofrido.

E nós sofremos, sofremos muito com provas, trabalhos, seminários e muito mais, pois a vida só tem sentido quando se é vivida. No início fizemos um pacto implícito com nós mesmos e com o mundo e hoje somos os novos letrados e com letras estrangeiras e vernáculas podemos gritar para o mundo universitário inteiro ouvir que vencemos a batalha pois a guerra, essa nós não queremos vencer pois a mesma não foi e nem será iniciada por nós, deixemos a guerra de lado e busquemos amar mais, pois a paz é um dos milagres mais belos que se possa existir.
Sentiremos saudades... porque somos amigos, colegas ou sei lá, enfim somos os vencedores de uma luta feita pelo suor do nosso corpo, pela ajuda de nossos pais e familiares, pela paciência de professores e acima de tudo pelo companheirismo de todos.
Todo começo tem fim e todo fim tem um começo, o nosso começo acabou mas o nosso fim perdurará por muito tempo, selado no abraço verdadeiro que possamos oferecer agora uns aos outros, mas antes escutem:
Finalizo com uma mensagem do livro minutos da sabedoria:

Não se deixe derrotar em situação alguma.
A derrota depende de nós,tanto quanto a vitória.
Entretanto,a pior derrota é a de quem desanima.
Perder,nem sempre é ser derrotado.
Mas desânimo estraga totalmente a vida.
Não desanimemos jamais
Sigamos à frente corajosamente,
porque a vitória sorri somente àqueles que não param no meio do caminho
E NÓS NÃO VAMOS PARAR...


Formatura do curso de letras e arte. - UERN

Texto: Viver é não ter a vergonha de ser feliz... E morrer é ter a certeza dessa vergonha.

Acredita-se que toda nossa existência tem começo, meio e fim e quando tudo parece ter iniciado, chegamos ao ponto final, que para alguns não é ponto de chegada, é ponto de partida para uma nova caminhada.
Muitos jovens e adultos buscam de forma árdua entrar numa universidade e ter o tão sonhado diploma, ou até mesmo dizer para os amigos ou ser orgulho da família sendo o mias novo membro do grupo a ser formado, que para os mais “antigos” sempre será chamado de doutor- meu filho é doutor-mesmo não tendo feito um doutorado, se formou e já sabe de tudo.
Sabemos nós que as coisas não são bem assim, na vida temos que enfrentar certas batalhas para chegar onde chegamos e nem nos animemos, pois a “guerra” está só começando.
Quando chegamos ao ensino médio e nos deparamos com a responsabilidade de passarmos no primeiro vestibular, cresce em nós o desejo de sermos melhores ou maiores talvez, mas também cresce em nós a responsabilidade de qual futuro teremos e qual futuro daremos aos nossos e é com esse pensamento que nos alicerçamos na vontade de sermos vitoriosos, pois é assim que nos sentimos quando lemos ou ouvimos o nosso nome gloriosamente na lista dos aprovados.
Só realmente quem já passou por isso sabe bem a sensação e a emoção que tem esse momento, porem ele não é passageiro, fica na nossa memória durante toda a nossa vida seja pra lembrar do choro ou do não acreditar em ouvir nossa própria boca dizendo passei, eu passei.
Hoje é um dia importante para todos nós e ao mesmo tempo podemos no interrogarmos com a letra da canção de Oswaldo Montenegro – A lista- se formos fazer uma lista dos amigos que fizemos durante nossa caminhada de universitário, será que lembraríamos daqueles que nos encontramos a 3 ou 4 anos atrás?
Será que lembramos bem dos sonhos que tínhamos no inicio do curso e quantos já desistiram de sonhar e não estão aqui hoje festejando conosco? Quando amigos jurados pra sempre que não conseguimos conservar? Pois é, a vida é cheia de surpresas, mas para nós estarmos aqui hoje comemorando nossa vitória será um momento de verdade inesquecível.
Peço licença ao poeta e cantor e chamo a atenção de todos para uma reflexão profunda e bem detalhista da letra na íntegra do texto – A lista:

A LISTA
Oswaldo Montenegro

Faça uma lista de grandes amigos
Quem você mais via há dez anos atrás
Quantos você ainda vê todo dia
Quantos você já não encontra mais

Faça uma lista dos sonhos que tinha
Quantos você desistiu de sonhar
Quantos amores jurados pra sempre
Quantos você conseguiu preservar

Onde você ainda se reconhece
Na foto passada ou no espelho de agora
Hoje é do jeito que achou que seria?
Quantos amigos você jogou fora?

Quantos mistérios que você sondava
Quantos você conseguiu entender?
Quantos defeitos sanados com o tempo
Eram o melhor que havia em você

Quantas mentiras você condenava
Quantas você teve que cometer
Quantas canções que você não cantava
Hoje assobia pra sobreviver

Quantos segredos que você guardava
Hoje são bobos ninguém quer saber
Quantas pessoas que você amava
Hoje acredita que amam você

Sendo assim podemos refletir e dizer uns para os outros aqui presentes, como foi bom conviver com você, mesmo que por pouco tempo, mesmo que fosse apenas numa carona para casa, ou numa paquera no ponto de ônibus. Foi bom conviver com você na agonia da prova que não deu tempo estudar, nos debates de sala, nas aulas mais chatas as maias esperadas. O bom mesmo é a convivência, e para nós, mais quatro anos não seriam suficientes para expressarmos em palavras tudo o que vivemos.
Desde o apoio dos nossos pais, alicerces fundamentais para essa nossa construção, até o apoio dos professores, bússolas de nossa aprendizagem, somos gratos a muita gente e sem dúvida alguma, precisamos dizer pra todo mundo ouvir:- vencemos, somos hoje vitoriosos e queremos de fato deixar transbordar toda nossa felicidade.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Dor de enfarte? (conseqüência – situação)
Não sei, só sei que meu coração quis parar de bater...

Quisera o destino que eu por alguns instantes pudesse perceber o verdadeiro sentido de estar vivo. Nem sei bem se as palavras que me vem à boca são transbordadas de meu coração inquieto, que por muitas vezes quis parar de bater... Mas por conto de um telefonema inesperado, de um bilhete bem surpreso, uma visita brusca ou até mesmo quando percebi a perda em matéria da pessoa que mais amei e amo para todo o sempre, minha querida progenitora. Num dia passado qualquer o meu coração quis parar de bater eu nem sei bem o porquê.
É verdade, quando às vezes nos fazemos vítimas do acaso e nem nos preocupamos com as pessoas que nos cercam, seja aquela criança abandonada pelas calçadas, seja o vendedor da esquina ou mesmo o senhor velhinho que passa na rua quase não conseguindo andar, e que muitas vezes rimos dele, dizendo: _ lá vai o “veio” quase arquejando, somos menos humanos e era preferível ver o nosso coração parar.
Ouvir criança chorando, pessoas acamadas, sem forças nem ao menos para conseguirem fazer suas necessidades fisiológicas sozinhas, enfermeiros, médicos, filas imensas para um atendimento necessário, me fez ver um outro mundo, não aquele visto pelo visor da TV, ao mesmo tempo real e ao mesmo tempo fictício, outro pela tela do computador na internet ou até mesmo com o olhar de pessimista acreditando que não tem mais jeito e não é possível fazer nada pra mudar.
Hoje eu quero ver o mundo com os olhos de criança que espera, mesmo sabendo que é o papai, a chegada do bom velhinho Noel vir deixar seu presente na noite de natal. Hoje eu que ver o mundo com a sensação de esperança de um pai, com lagrimas nos olhos, ouvir seu filho dizer: _ pai, me ajude, eu quero sair do mundo das drogas. Hoje eu quero ver o mundo com a beleza da brisa de uma manhã chuvosa que da passagem ao meio dia para o sol brilhar numa tarde ensolarada.
Pensando bem , hoje eu queria mesmo que meu coração parasse, de verdade, parasse de bater por alguns instantes e que eu percebesse que morrer é ver tanta destruição, miséria, desrespeito, corrupção e violência nesse mundo que deveria ser igual para todos, mas sei que nem adiante chorar pois quando a dor, seja ela qual for , tiver medida... Não vele pena chorar. O choro que não tem fim é seco como pó e que o verdadeiro significado de ficar sem respirar e o coração parar de funcionar é ficar sem Deus, e ficar sem Deus que é o Tudo de uma existência, eu prefiro silenciar e no silêncio me calar.

Erismar Cunha

sexta-feira, 25 de março de 2011

Seu Nome:Simplicidade
Meu Endereço: Seu coração
Minha Idade:O tempo que for preciso
Data de Nascimento:12 de março de 2011 ( sábado retrasado)
Minha Profissão:Conquistar você
Minha Estrada: Ser teu amigo
Minha Sorte: Conhecer você
Minha Luz: Seu olhar
Meu Desespero: Quando você não liga(telefone) pra mim
Minha Vontade: Dormir de conchinha com você
Cheiro + Gostoso: Sentir teu perfume
Uma Música: Sua voz
Meu Desejo: Ter você comigo
Um Nome: O seu
Uma Recordaçao: A conversa no site de relacionamento
Uma Tristeza: Discutir com você
Um Carinho: Sua amizade
Uma opinião: Adoro você
Uma Realidade: A gente precisa se encontrar cara a cara
Um Sonho: Ter você em meus braços
Uma Dúvida: Será que você será meu de verdade?
Um Pesadelo: Não te conhecer
Uma verdade: Quero você
Uma palavra: VONTADE
XERO!

terça-feira, 22 de março de 2011

Saudades mãe...
Hoje e sempre sinto tua presença, me guiando e me fazendo melhor do que já fui
mesmo errando, sei e sinto o teu eterno amor.
Para mim já sou bem crescidinho mas para ela serei sempre pequenino
Para mim já sou um adulto mas para ela serei sempre um menino
O mundo era sempre melhor quando para mim ela lançava seu olhar
com um amor feito de sonhos, de esperança e de zelo.
Eu era criança quando junto dela estava
o mundo era muito mais bonito, não existia perigo nem pecado
e acreditem que ninguém no mundo vai gostar de mim como ela gosta.
Não importava se eu estava certo ou errado , ela sempre estava comigo
fosse na alegria ou na tristeza.
Eu confesso, muitas vezes lembrava dela na hora do prazer
mas na hora da tristeza e sufoco ela era o meu abrigo.
Jamais mediu sacrifícios para comigo
pode parecer difícil que alguém possa AMAR assim ...
Mas acontece que ela é a minha MÃE.
e mãe sempre é assim.
A SAUDADE FAZ UM HOMEM CHORAR...
TE AMO MÃE.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Mais uma história ...

Hoje parei para escrever mais uma vez e percebi que ainda falta muito para o nosso Brasil melhorar. Mais um ano se inicia e cá estou eu novamente para lembrar a todos que a um ano atrás estive escrevendo sobre a comparação entre os acontecimentos trágicos e dolorosos que ocorreram no Aiti e as "inúmeras vantagens de vivência " na casa mais luxuosa do país : a casa do BBB.
Parece coincidência ou até mesmo pretensao do destino, mas não me prestei ao papel , por mim considerado ridículo, de ficar de frente da tv na noite de ontem para saber quem estaria entrando no BBB 11 com o propósito de ganhar uma bolada em dinheiro.
Mas me deu medo, angústia, muita comoção e tristeza ao saber que milhares de pessoas estão desabrigadas e famintas "castigadas" - perdão pela pela palavra forte- pelas as àguas das enchentes e chuvas que assolam as pessoas nos estados do RJ / SP e muitos outros lugares .
Talvez eu não seja a pessoa mais adequada para cirticar -se é que estou fazendo críticas- quero apenas tentar me conscientizar e alertar aos demais que é dificil entender e aceitar que enquanto uns ficam no bem bom - e que bem bom - de forma absolutamente infundada e pecaminosa: pecaminosa sim , pois para a existência do tão falado BBB - rios e rios de dinheiro são desperdisados com carros , roupas , viagens ... etc e tal. E milhões de outras pessoas por ironia do destino ou até mesmo inexplicavelmente sofrem de forma assutadora e quase irreversível.
Deus, escuta o clamor de tanta gente, abranda o coração daqueles que muito têm e pouco fazem e, favor do próximo e ajuda aqueles que tudo perderam, tudo mesmo, não só a imunidade de não irem ao paredão, ou a saída da casa de luxo.
Estejais presente Senhor, na vida daqueles que perderam tudo inclusive a " vida" ( mais de 170 mortos ) e ajuda- nos a caminhar rumo a nova ORDEM e ao novo PROGRESSO de que o nosso lindo e amado país (BRASIL) tanto precisa.
E quanto as chuvas... ah, as chuvas ...
OBRIGADO PELO SOL MUITO QUENTE.